O Superior Tribunal de Justiça concluiu a capacitação de 891 profissionais para utilizar o STJ Logos, ferramenta de inteligência artificial generativa desenvolvida pela própria corte. Os participantes atuam em gabinetes das áreas de direito público, privado e penal, além de setores ligados à admissibilidade de recursos.
A tecnologia pode apoiar a análise de processos e a elaboração de minutas, mas não substitui a responsabilidade de magistrados e servidores. Informações produzidas por sistemas generativos precisam ser conferidas, contextualizadas e tratadas de acordo com regras de proteção de dados e segurança institucional.
A formação interna é um passo importante para reduzir riscos como referências inexistentes, conclusões imprecisas ou reprodução de vieses. O uso responsável da IA no Judiciário depende de supervisão humana, transparência e critérios que preservem a fundamentação individualizada das decisões.
Fonte consultada: Superior Tribunal de Justiça (STJ).









